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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 51


51

AUTOMEDICAÇÃO EM IDOSOS ATIVOS

Autores:
Francisco Gilberto Fernandes Pereira (gilberto.fp@hotmail.com) (Enfermeiro. Doutorando em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde. Professor da Universidade Federal do Piaui.) ; Maria de Jesus Pereira Araújo (Enfermeira. Graduada pela Universidade Federal do Piaui. mariadejesus@hotmail.com) ; Rhanna Emanuela Fontenele Lima de Carvalho (Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora da Universidade Estadual do Ceará. rhannalima@hotmail.com) ; Francisca Tereza de Galiza (Enfermeira. Doutora em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde. Professora da Universidade Federal do Piaui. terezagaliza@hotmail.com)

Resumo:
INTRODUÇÃO: São inegáveis os benefícios conseguidos com o uso correto de medicamentos, porém seu uso sem prescrição de um profissional pode causar riscos, principalmente em grupos etários extremos, como nas pessoas idosas1. OBJETIVO: analisar a prática de automedicação em idosos ativos frequentadores de centros de referência da assistência social em Picos - PI. METODOLOGIA: pesquisa exploratória, descritiva e quantitativa, realizada com 74 idosos. A coleta de dados ocorreu no período de outubro a novembro de 2016 em encontros semanais por meio de um formulário. Os dados foram organizados em tabelas e analisados descritivamente. RESULTADOS: o grupo estudado demonstrou predomínio de participantes do sexo feminino 43 (58,1%), analfabetos 40 (54,1%) e portador de doenças crônicas 62 (83,8%). A prática da automedicação foi comum para 57 (77%), numa frequência de uma a duas vezes por semana, com analgésicos e antitérmicos 32 (56,2%), e desencadeada pela cefaleia 38 (66,7%), tendo a propaganda forte influência para essa prática em 43 (58,1%). CONCLUSÃO: a prática de automedicação é frequente nos idosos, o que repercute à necessidade de trabalhar com grupos de promoção a saúde de modo a reduzir possíveis danos provocados pelo uso inadequado de medicamentos. CONTRIBUIÇÕES PARA ENFERMAGEM: à enfermagem compete utilizar metodologias educacionais e de vigilâncias para racionalizar ou reduzir a prática de automedicação em idosos. Descritores: Envelhecimento; Automedicação; Saúde do idoso.


Referências:
1. Silva PA, Silva KO, Mascarenhas GDM, Faria LA. Aspectos relevantes da farmacoterapia do idoso e os fármacos inadequados. InterScientia. 2015; 3(1):31-47.