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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 129


129

DIFICULDADE NA ADESÃO DE BOAS PRÁTICAS NA ASSISTÊNCIA AO PARTO E NASCIMENTO: REVISÃO INTEGRATIVA

Autores:
Silvana Cavalcanti dos Santos (annacavalcanty@gmail.com) (Escola Superior de Saúde de Arcoverde - ESSA) ; Alessandra Pontes Lopes (Escola Superior de Saúde de Arcoverde - ESSA) ; Andicléia Cícera da Silva (Escola Superior de Saúde de Arcoverde - ESSA) ; Luana Flávia Monteiro da Silva (Escola Superior de Saúde de Arcoverde - ESSA)

Resumo:
O nascimento constitui um dos principais acontecimentos na vida da mulher, pois estabelece a transição da mulher para o papel de mãe (SCARTON, et al 2015). Nessa perspectiva, o parto não resulta somente na expulsão do concepto e, sim, na continuidade da vida humana. No intuito de melhora as condições de assistência ao binômio mãe e filho a Organização Mundial da Saúde (OMS) (FUJITA, SHIMO,2014) publicou em 1996, um guia que garante uma atenção materno-infantil qualificada, humanizada e segura com base em evidências científicas, onde foi um marco na promoção do nascimento saudável e combate às elevadas taxas de morbimortalidade materna e neonatal. (CARVALHO; GÖTTEMS; PIRES, 2015) Delineou-se como objetivo identificar na literatura as dificuldades para a não adesão das boas práticas. Este trabalho trata-se de uma pesquisa retrospectiva, descritiva e exploratória, considerando os artigos científicos publicados no período de 2010 a 2016, o banco de dados utilizados para a busca do material da pesquisa. Como resultado das análises foi possível observar que os estudos mostram relevantes a cerca da temática, destacando três grandes categorias. Capacitação da equipe de enfermagem, espaço físico e recursos materiais deficientes e práticas rotineiras como facilitador. Enfatiza-se que, há importância de instruções na disciplina do curso de enfermagem diante do contexto da assistência obstétrica, numa visão de mudanças dos padrões estabelecidos, a fim de prestar um cuidado humanizado. O presente estudo tem como contribuição para a enfermagem despertar a importância de uma boa assistência ao parto, destacando a ação individual do profissional de enfermagem com a gestante surgindo um espaço de liberdade e de complementaridade com outro profissional da saúde que assim agindo em conjunto possa desenvolver uma maior eficiência envolvendo desde o atendimento e os cuidados mais complexos aumentando a recuperação da gestante e do filho.?


Referências:
SCARTON, J et al. "No final compensava ver o rostinho dele": vivencias de mulheres-primárias no parto normal. Rev Gaúcha Enferm. 2015. Vol. 36, n. 143-151. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rgenf/v36nspe/0102-6933-rgenf-36-spe-0143.pdf>. Acesso 24 fev. 2016. FUJITA, M. L. A. J; SHIMO, K. K. A. Parto humanizado: experiências no sis¬tema único de saúde. Rev Min Enferm. 2014. Vol 18. n. 04, p. 1006-1010. Dis¬ponível em: < www.reme.org.br >. Acesso 10 mar. 2016. CARVALHO, P.M. E; GOTTEMES, D.B. L; PIRES, M.G.R. Adesão de boas práticas na atenção ao parto normal: construção e validação de instrumento. Rev Esc Enferm USP. 2015. Vol. 46. n. 6, p. 890-898. Disponível em: < www.scielo.br >. Acesso 30 mai. 2016