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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 240


240

A experiência álgica crônica e aguda expressa por meio de descritores da EMADOR

Autores:
Talita de Cássia Raminelli da Silva (talita.cassia.silva@usp.br) (Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo) ; Simone Saltarei (Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo) ; Rodrigo Ramon Falconi Gomez (Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo) ; Fátima Aparecida Emm Faleiros Sousa (Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo)

Resumo:
INTRODUÇÃO: A dor é influenciada por fatores multidimensionais, necessitando de avaliação e manejo adequado (FALEIROS SOUSA ET. AL., 2010; HENNEMANN-KRAUSE, 2012). OBJETIVOS: Verificar o grau de atribuição e as dimensões dos descritores de dor crônica e aguda. METODOLOGIA: Estudo qualitativo, descritivo. Participaram estudantes de enfermagem e cuidadores de idosos de instituições públicas. Utilizou-se a EMADOR, método psicofísico de estimação de categoria, análise de dados descritiva. RESULTADOS: Participaram 28 cuidadores de idosos e 69 graduandos de enfermagem. Desses 88,66% eram do gênero feminino e 11,34% do masculino; 40,20% apresentaram dor aguda 59,79% dor crônica. Descritores de maior atribuição para dor crônica: Desconfortável, Incômoda, Dolorosa, Chata, Desagradável, Cansativa, Importuna, Persistente, Desestimulante, Desgastante e Irritante. Para dor aguda: Desconfortável, Desagradável, Importuna, Irritante, Que Perturba, Incômoda, Angustiante, Aflitiva, Dolorosa, Chata e Desestimulante. CONCLUSÕES: A experiência álgica foi percebida nas dimensões afetiva/ cognitiva ou afetiva/sensitiva e o uso dos descritores de dor contidos na EMADOR foi importante para participantes expressarem suas experiências, tomando consciência de suas dores e significando-as. CONTRIBUIÇÕES / IMPLICAÇÕES PARA A ENFERMAGEM: O uso da EMADOR pode contribuir para enfermeiros e demais profissionais da saúde compreenderem e conscientizarem-se da complexidade e da multidimensionalidade álgica presente nas diversas realidades subjetivas, repensando os possíveis manejos para melhorias na prática clínica, bem como no ensino e na pesquisa.


Referências:
REFERÊNCIAS: HENNEMANN-KRAUSE, L. Dor no fim da vida: avaliar para tratar. Revista Hospital Universitario Pedro Ernesto, v. 11, n. 2, Cuidados Paliativos, 2012.; FALEIROS SOUSA, F. A. E.; PEREIRA, L. V.; CARDOSO, R.; HORTENSE, P. Escala multidimensional de avaliação de dor (EMADOR). Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 18, n. 1, 2010.