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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 335


335

INSTRUMENTO DE REGISTRO NA SALA DE RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA, ÍNDICE DE ALDRETE E KROULIK: UMA REVISÃO NARRATIVA

Autores:
Ana Raquel Gomes de Sousa (anaraquelgomes@live.com) (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL) ; Bianca Cavalcante Brasileiro (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL) ; Janine de Melo Oliveira (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL) ; Leonardo Bruno Gomes da Silva (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL) ; Lhayse dos Santos Lopes (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL) ; Paula Weslânnya Porto da Silva Farias (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL)

Resumo:
INTRODUÇÃO: o período de recuperação pós-anestésica é aquele entre a interrupção da administração de anestésicos e o retorno das condições basais do paciente. Em 1970, Aldrete e Kroulik propuseram um índice semelhante ao de Apgar, com o objetivo de proporcionar uma avaliação segura e contínua das condições gerais dos pacientes nesse período (SOUZA, 2012). OBJETIVO: identificar na literatura a utilização do Índice de Aldrete e Kroulik como instrumento de registro na sala de recuperação pós-anestésica. METODOLOGIA: trata-se de uma revisão narrativa de literatura, onde foram selecionados publicações entre 2010 e 2016, na base de dados SciELO utilizando os descritores "enfermagem de centro cirúrgico" e "enfermagem em pós-anestésico", com seleção final de 5 artigos. RESULTADOS: o índice avalia as atividades motora, respiratória, circulatória e neurológica, com pontuação que varia de 0 a 2 pontos para cada parâmetro, sendo 0 a condição de maior gravidade, 1 a condição intermediária, e a 2 indica que as funções já foram reestabelecidas, paciente recebe alta da SRPA é transferido para a unidade de origem, quando atinge a pontuação total de 8 a 10 pontos (CECÍLIO, 2014). CONCLUSÃO: cabe ressaltar que o índice não descarta a necessidade de avaliações complementares, como, por exemplo, dor, temperatura, náuseas e vômitos, etc. CONTRIBUIÇÕES PARA A ENFERMAGEM: auxiliar o enfermeiro para que desempenhe cuidados até a estabilidade, assegurando que o paciente seja avaliado de forma integral. Palavras-chave: Enfermagem de centro cirúrgico; Enfermagem em pós-anestésico.


Referências:
CECÍLIO, A.A.; PENICHE, A.C.; POPOV, D.C. Análise dos registros da pressão arterial na sala de recuperação pós-anestésica. Acta Paul Enferm. 2014; 27(3):249-54. SOUZA, T.M.; CARVALHO, R.; PALDINO, C.M. Diagnósticos, prognósticos e intervenções de enfermagem na sala de recuperação pós-anestésica. Rev. SOBECC, São Paulo. out./dez 2012; 17(4): 33-47.