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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 410


410

CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO DE MORTE MATERNA EM ALAGOAS NO PERÍODO DE 2005 A 2015

Autores:
Daniela Lessa de Carvalho Tavares (dani.lessact@gmail.com) (Universidade Federal de Alagoas) ; Camila França de Lima (Universidade Federal de Alagoas) ; Jessica de Melo Albuquerque (Universidade Federal de Alagoas) ; José Leandro Ramos de Lima (Universidade Federal de Alagoas) ; Vanessa Luiza Lins de Carvalho Silva (Universidade Federal de Alagoas) ; Clodis Maria Tavares (Universidade Federal de Alagoas)

Resumo:
Introdução: A mortalidade materna é definida como a morte durante a gravidez ou no prazo de 42 dias após o final da gestação. É um indicador importante, pois a morte de uma mulher grávida, no parto ou no puerpério indica falhas nas diretrizes políticas, nos profissionais de saúde e, por conseguinte, na sociedade como um todo.1,2 Objetivos: Analisar o cenário epidemiológico de morte materna em Alagoas nos anos de 2005 a 2015. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo com abordagem quantitativa dos casos de mortalidade materna em Alagoas no período de 2005 a 2015, realizado com dados secundários, oriundos do DATASUS, analisados através da realização da frequência absoluta. Resultados: No período estudado, o tipo de causa de óbito materno de maior índice foi o de "morte materna obstétrica direta" (84,24%), que abrange as doenças hipertensivas, hemorragias e infecção puerperal. Esses óbitos ocorreram em sua maioria (70%) entre as faixas etárias de 20 a 39 anos. Tendo o hospital como o local de ocorrência mais frequente (91,82%). Conclusão: A mortalidade materna ainda é um problema de saúde pública no Brasil, em especial em Alagoas, contudo esses óbitos podem ser evitados a partir de efetivos programas governamentais. Contribuições para a enfermagem: Entre as ações de enfermagem a serem realizadas para a redução da mortalidade materna, encontram-se as consultas de pré-natal e pós-parto, as ações de planejamento familiar para a mulher e seu companheiro e as práticas de visita domiciliar. Descritores: Mortalidade materna. Epidemiologia. Enfermagem.


Referências:
Dias JMG, Oliveira APS, Cipolotti R, Monteiro, BKSM, Pereira RO. Mortalidade materna. Rev Med Minas Gerais, v.25, n.2, 2015. Souza JP. Mortalidade materna e desenvolvimento: a transição obstétrica no Brasil. Rev Bras Ginecol Obstet, 2013.