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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 640


640

AUTOEFICÁCIA PARA AMAMENTAR DE MULHERES PRIMÍPARAS: IMPLICAÇÕES PARA O ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO.

Autores:
Luciana Pedrosa Leal (lucianapleal@hotmail.com) (Enfermeira. Doutora em Nutrição. Professora Adjunto do Departamento de Enfermagem e Docente permanente do PPG em Enfermagem do CCS da Universidade Federal de Pernambuco.) ; Elisângela Lira de Lima Araujo (Enfermeira. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem do CCS da UFPE. Especialista em saúde da criança pelo Programa de Residência em Enfermagem em Saúde da Criança do IMIP.) ; Lorena Barbosa Ximenes (Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará - UFC. Professora Associado do Departamento de Enfermagem e Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFC.) ; Cleide Maria Pontes (Enfermeira. Doutora em Nutrição. Professora Titular do Departamento de Enfermagem e Docente permanente do PPG em Enfermagem do CCS da Universidade Federal de Pernambuco.) ; Ana Paula Esmeraldo Lima (Enfermeira. Doutora em Saúde da Criança e do Adolescente/UFPE. Professora Adjunto do Departamento de Enfermagem do CCS da Universidade Federal de Pernambuco.) ; Marly Javorski (Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará. Professora Adjunto do Departamento de Enfermagem do CCS da Universidade Federal de Pernambuco.)

Resumo:
AUTOEFICÁCIA PARA AMAMENTAR DE MULHERES PRIMÍPARAS: IMPLICAÇÕES PARA O ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO. Introdução: A autoeficácia para amamentar pode influenciar o início e continuidade do aleitamento materno exclusivo (AME) até o sexto mês pós-parto. Baixa autoeficácia para amamentar indica maior susceptibilidade ao abandono precoce do AME. Objetivo: Avaliar a prevalência de baixa e alta autoeficácia para amamentar em primíparas e sua influência no aleitamento materno exclusivo na 4ª semana pós-parto. Método: Estudo descritivo, transversal, com amostra de 57 mulheres primíparas acompanhadas em UBS do DS IV de Recife/PE. Os dados foram coletados por meio de entrevista via telefone. A autoeficácia foi mensurada pela Breastfeeding Self-Efficacy Scale - Short-Form. Foi realizada análise descritiva calculando-se frequências simples e relativas do AME e da alta e baixa autoeficácia para amamentar. A associação entre autoeficácia para amamentar e AME foi mensurada por meio do teste Exato de Fisher. A pesquisa original foi aprovada pelo CEP da UFPE. Resultados: Entre as primíparas, 84,2% apresentou alta autoeficácia para amamentar e 64,9% estava em AME. A alta autoeficácia materna para amamentar foi estatisticamente associada a maior prevalência de AME na 4ª semana pós-parto. Conclusão: As primíparas com alta autoeficácia para amamentar apresentaram maior prevalência de AME na quarta semana pós parto. Contribuições/implicações para a Enfermagem: Detectar baixos níveis de autoeficácia para amamentar é importante na identificação de mulheres que necessitam de maior reforço nas ações de educação em saúde para promoção, proteção e apoio ao AME realizadas pelo enfermeiro. Descritores: Aleitamento materno; Autoeficácia.


Referências:
1. Nanishi K, Green J, Taguri M, Jimba M. Determining a Cut-Off Point for Scores of the Breastfeeding Self-Efficacy Scale-Short Form: Secondary Data Analysis of an Intervention Study in Japan. PLoS One. 2015;10(6):e0129698. 2. Dennis CL. Theoretical Underpinnings of Breastfeeding Confidence: A Self-Efficacy Framework. J Hum Lact. 1999 Sep;15(3):195-201.