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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 730


730

CONTRIBUIÇÕES DA REDE DE ATENÇÃO A SAÚDE: UMA REFLEXÃO SOBRE A MUDANÇA NO MODELO ASSISTENCIAL

Autores:
Mirelly do Amaral (mirellyenf@gmail.com) (Enfermeira. Mestranda do Programa de Pós Graduação en Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (PEN/UFSC)) ; Alexsandra Martins da Silva (Enfermeira. Mestranda do Programa de Pós Graduação en Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (PEN/UFSC)) ; Dra. Eliane Regina Pereira do Nascimento (Enfermeira Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)) ; Dra. Kátia Cilene Godinho Bertoncello (Enfermeira Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)) ; Jaqueline Costa Rossetto (Enfermeira. Mestranda do Programa de Pós Graduação en Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (PEN/UFSC))

Resumo:
Introdução: O formato de atenção a saúde, resulta de um processo histórico, social e dinâmico de determinada sociedade, de modo que, procedam as respostas políticas e sociais dos problemas de sáude, considerando custos, demandas e capacidade dos integrantes desse processo. Com a portaria 4.279 de 2010, que instituíu a Rede de Atenção à Saúde (RAS), são estabelecidas diretrizes para reorganizar o modo de atenção à saúde. Objetivo: Compreender as contribuições da RAS na mudança do modelo assitencial. Método: Estudo teórico reflexivo, a partir de discussões em disciplina de Pós Graduação e leitura de artigos científicos para clarificação do conceito. Resultados: Ocorre atualmente, a busca por um modelo assistencial que esteja orientado para as necessidades ampliadas de sáude, contrapondo as barreiras estabelecidades no modelo biomédico. Nesse contexto, o formato de Redes visa a reorganização dos serviços e diminuição da fragmentação, aproximando-se de vertentes humanísticas com foco no acolhimento e redução de lacunas assistenciais que dificultam a integralização do cuidado. As redes buscam assegurar ao usuário as ações e serviços que necessita, com eficiência e efetividade tanto na organização interna, como na capacidade de atuar frente desafios sanitários, demográficos e epidemiológicos. Conclusões: As RAS vem em resposta a necessidade de um novo modo de atenção a saúde, que contraponha o paradigma vertical hegemônico, por meio da horizontalização do sistema de saúde. Contudo, sua aplicação está diretamente relacionada a fatores como investimento financeiro e profissinal, principalmente envolvimento e decisãoe dos gestores dos sistemas e instituições de sáude. Em diversos locais o enfermeiro, encontra-se em cargos de gestão do sistema de saúde, assim, é imprescindível que conheça e busque atuar em prol da aplicação das diretrizes propostas pela Rede, no que concerne a qualidade da assistência aos usuários dos serviços de saúde. Agradecimentos: ao PROEX/CAPES e Programa de Pós Graduação em Enfernagem da UFSC.


Referências:
BRASIL. Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).. Portaria Nº 4.279, de 30 de Dezembro de 2010. p. 1-25. Disponível em: . Acesso em: 28 jun. 2017. FERTONANI, H.P. et al. Modelo assistencial em saúde: conceitos e desafios para a atenção básica brasileira. Ciência & Saúde Coletiva, [s.l.], v. 20, n. 6, p.1869-1878, jun. 2015.