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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 800


800

VACINAÇÃO COMO PRÁTICA DO AUTOCUIDADO: REVISÃO SISTEMÁTICA

Autores:
Ruth Souza Alves (ruth_alvees@hotmail.com) (UNIVERSIDADE SALVADOR- UNIFACS) ; Adriana Cunha Fernandes (UNIVERSIDADE SALVADOR- UNIFACS) ; Iasmin Deiró Ferreira (UNIVERSIDADE SALVADOR- UNIFACS) ; Marcio Suzart Dantas (UNIVERSIDADE SALVADOR- UNIFACS) ; Tatiane Dias Cazumbá (UNIVERSIDADE SALVADOR- UNIFACS) ; Geane Nogueira Barreto (UNIVERSIDADE SALVADOR- UNIFACS)

Resumo:
INTRODUÇÃO: Como resultado de uma substância que se assemelha a atividade de um agente infeccioso, a vacina, tem como forma de imunização, aumentar a resistência do organismo humano a determinado patógeno. Ela confere em grande efetividade no controle de doenças imunopreveníveis, sendo de fácil acesso e segura. Como prática do autocuidado contribui no processo de promoção à saúde conscientizando o indivíduo, diminuindo as taxas de morbimortalidade e apoiando políticas públicas de saúde. OBJETIVO: Reconhecer a vacinação como prática do autocuidado a partir de um levantamento bibliográfico. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão de literatura realizada na base de dados BIREME a partir dos descritores: "Imunização", "Promoção do Autocuidado", "vacinação". Como critérios de inclusão: artigos que abordassem o tema, disponíveis online, na íntegra, nos idiomas português e inglês no período de 2011 à 2017 e como critérios de exclusão, artigos repetidos na base de dados. Utilizou-se 11 artigos. RESULTADOS:A vacinação consiste uma medida preventiva importante que associa-se à proteção e segurança do indivíduo, por onde a ausência confere a vulnerabilidade de doenças e o uso reduz enfermidades infectocontagiosas. CONCLUSÃO: Muitas camadas populacionais são atingidas por doenças imunopreveníveis pela vacinação, a prática do autocuidado deve estar atrelada como forma de potencialização de vida e como desafio do senso-comum. CONTRIBUIÇÕES OU IMPLICAÇÕES PARA ENFERMAGEM: Seu uso em saúde perpassa sob um aspecto de um bem comum de proteção coletiva e principalmente de interesse público.


Referências:
REFERÊNCIAS: LESSA, Sérgio de Castro; SCHRAMM, Fermin Roland. Proteção individual versus proteção coletiva: análise bioética do programa nacional de vacinação infantil em massa. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 20, n. 1, p. 115-124, jan. 2015 . Disponível em . acessos em 27 jun. 2017. http://dx.doi.org/10.1590/1413-81232014201.14882013.