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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 955


955

APRENDENDO COM O ADULTO IDOSO DO PROGRAMA ASSOALHO PÉLVICO NA ATIVIDADE ASSISTENCIAL CONSULTA DE ENFERMAGEM

Autores:
Ann Mary Machado Tinoco Feitosa Rosas (annmaryrosas@gmail.com) (UFRJ) ; Adriana da Silva Santiago (UFRJ) ; Cosme Sueli de Faria Pereira (UFRJ) ; Gabriela Silva dos Santos (UFRJ) ; Dirlei Domingues dos Santos (UFRJ) ; Aline Rosa (UFRJ)

Resumo:
Introdução: A qualidade de vida é uma busca que depende da percepção do indivíduo, de seus valores no contexto social em que vive e especialmente de como cuidar da saúde.1 Estudos sobre assoalho pélvico na atividade assistencial na consulta de enfermagem se justificam porque as produções científicas publicadas em periódicos nacionais e internacionais são de cunho clínico. Assim, esse estudo dá voz a clientela adulta idosa sobre suas necessidades de aprendizado visando qualidade de vida. Objetivo: identificar os desconfortos dos participantes do Programa de Assoalho Pélvico e compreender os significados destes desconfortos para possibilitar a qualidade de vida. Metodologia: estudo descritivo, exploratório e retrospectivo. Os dados foram produzidos de setembro de 2013 a outubro de 2014, utilizando como estratégia metodológica a atividade assistencial, consulta de enfermagem. Realizado no ambulatório de baixa e média complexidade do HESFA/UFRJ, cenário de prática do Programa Curricular Interdisciplinar VI, do curso de graduação em enfermagem da EEAN/UFRJ, cujo o foco é a aplicabilidade da consulta de enfermagem ao adulto. Os participantes foram idosos a partir de 60 anos, sendo 26 homens e 23 mulheres. Nas consultas foram realizadas atividades tais como: medidas antropométricas, orientação individual sobre aspectos nutricional, psicológico, educativo, ajuste da terapêutica, lazer e convívio familiar. A questão norteadora foi: o que você julga necessário aprender neste atendimento para superar o desconforto da fragilidade da sua musculatura do assoalho pélvico? Resultados: os homens apontaram o uso da fralda geriátrica pois, fragiliza a sexualidade e as mulheres mostraram o desejo de terem um centro de convivência para realização dos exercícios que fortificam a musculatura do assoalho pélvico. Conclusão: Há necessidade de um centro de convivência para os clientes do Programa de Assoalho Pélvico para que possam fortalecer vínculos tornando-os empoderados dos seus direitos e autônomos de suas decisões relacionada principalmente à sua qualidade de vida.


Referências:
Referências: 1-Almeida MAB, Gutierrez GL, Marques R. Qualidade de vida: definições, conceitos e interfaces com outras áreas de pesquisa. Escola de artes, ciências e humanidades-USP. 2012:142