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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 1005


1005

A percepção de um Enfermeiro recém formado acerca de sua experiência profissional como preceptor

Autores:
Camila Mendoza Candido (psf.camila@fmpfase.edu.br) (Universidade Federal Fluminense) ; Ana Lucia Abrahão (Universidade Federal Fluminense) ; Amanda Mendonça (Universidade Federal Fluminense)

Resumo:
Trata-se da percepção de um enfermeiro acerca de sua experiência inicial de trabalho em uma Instituição de Ensino Superior na Região Serrana do Rio de Janeiro. Para isso traçou-se os seguintes objetivos: Identificar as fragilidades e potencialidades do enfermeiro recém - formado frente ao mercado de trabalho; Descrever o significado da primeira experiência de trabalho; Citar o conteúdo politico pedagógico do curso de enfermagem. Com o aumento do número de cursos de enfermagem no Brasil e um mercado de trabalho cada vez mais competitivo preocupar-se com a qualidade dos profissionais enfermeiros que chegam ao mercado de trabalho é relevante. A história da formação dos enfermeiros no Brasil segue trajetória paralela à do Sistema de Saúde, culminando na ampliação e diversificação dos postos de trabalho para enfermeiros através da criação do SUS. Em 2013, havia no Brasil um total de 888 cursos de graduação em Enfermagem. Desse total, de acordo com a categoria administrativa, 124 são públicos e 666 privados. Assim, até 2007 o ensino privado representava 80,2% dos cursos de graduação em Enfermagem do país2. Conhecer a trajetória profissional dos egressos é uma forma de analisar, compreender e refletir sobre as questões relativas ao Ensino Superior de Enfermagem e às características inerentes ao mercado de trabalho. Trata- se de um estudo qualitativo, um relato de experiência de uma enfermeira recém - formada que chegou ao mercado de trabalho para atuar como docente. O estudo trará contribuições para novos profissionais que chegam ao mercado de trabalho recém formados e ocupam cargos importantes: como de ensino, gerencia, pesquisa. Este estudo trará clareza para compreender que em um país onde há um quantitativo de 50,5 milhões de jovens, estes deverão estar aptos para ocuparem cargos de tamanha responsabilidade.


Referências:
Referências: ¹ ANTUNES, A. V. et al. A ação gerencial do enfermeiro situação ideal x realidade. Rev. Téc. Enf. Nursing, São Paulo, v.4, n.35, p.16-21, abr. 1999. ² BRENES, Anayansi Correa. História da parturição no Brasil, século XIX. Cad. Saúde Pública 1991, vol.7, n.2, pp. 135-149