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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 1013


1013

Evolução das taxas de fecundidade entre adolescentes no Brasil

Autores:
Carla Islowa da Costa Pereira (carlaislowa@hotmail.com) (Universidade Federal de Alagoas) ; Eveline Lucena Vasconcelos (Universidade Federal de Alagoas) ; Ruth França Cizino da Trindade (Universidade Federal de Alagoas) ; Jéssica da Silva Melo (Universidade Federal de Alagoas) ; Thayse Gomes de Almeida (Universidade Federal de Alagoas) ; Isadora Pereira Farias (Universidade Federal de Alagoas)

Resumo:
Introdução: No Brasil, entre 2004 e 2014, a taxa específica de fecundidade das mulheres de 15 a 19 anos passou de 78,8 para 60,5 filhos por mil mulheres,1,2 o que pode ser atribuído a não utilização de métodos contraceptivos adequadamente.3,4 Objetivo: Analisar a evolução das taxas de fecundidade em pré- adolescentes e adolescentes e o perfil atual da gravidez na adolescência em estados brasileiros entre 1994 a 2014. Método: estudo epidemiológico ecológico e de tendência temporal. Os dados foram extraídos do Sistema de Informação de Nascidos Vivos no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Para as análises descritivas, os mesmo serão transportados para o Microsoft Office Excel e Statistical Package for the Social Science. Resultados: A fecundidade é a principal componente demográfica relacionada com a estrutura etária da população. Um dos condicionantes da fecundidade que desperta interesse é a variável estado civil da mulher. Paralelamente, confirma-se a tendência de crescimento da proporção de famílias compostas por mulheres sem cônjuge e com filhos. Conclusão: Há necessidade de maior orientação a este grupo etário quanto à prática de sexo seguro para prevenção de doenças e gravidezes indesejadas, pois a prática sexual tem se iniciado cada vez mais cedo. Contribuições ou implicações para a Enfermagem: A Enfermagem deve atuar no desenvolvimento de estratégias e ações de educação em saúde voltadas para esta faixa etária. Descritores: enfermagem; gravidez na adolescência; educação em saúde.


Referências:
1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira. Rio de Janeiro: IBGE. 2014. 3. Martins PCR, Pontes ERJC, Filho ACP, et al. Gravidez na adolescência: estudo ecológico nas microrregiões de saúde do Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil-2008. Epidemiol serv saúde. 2014 jan-mar [acesso 2017 mar 09]; 23(1):91-100. 4. Sousa MC, Gomes KR. Conhecimento objetivo e percebido sobre contraceptivos hormonais orais entre adolescentes com antecedentes gestacionais. Cad Saude Publica. 2009 mar [acesso 2016 out 20]; 25:645-54.