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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 1156


1156

DESAFIOS DA PESQUISA DE REPRESENTAÇÕES SOCIAIS COM ADOLESCENTES: CONTRIBUIÇÕES DO TESTE PILOTO

Autores:
Gabriela Silva dos Santos (sisan.gabi@gmail.com) (UFRJ) ; Ana Beatriz Azevedo Queiroz (UFRJ) ; Cosme Sueli de Faria Pereira (UFRJ) ; Michelle Barbosa Moratório de Paula (UFRJ) ; Carina Bulcão Pinto (UFRJ) ; Isabelle Mangueira de Paula Gaspar (UFRJ)

Resumo:
INTRODUÇÃO: estudar a temática da adolescência, hoje, demanda que os pesquisadores adentrem o contexto de vida e de relações desses sujeitos, seja com as diferentes redes sociais, como a escola, a família e a rede de amigos, para que, a partir daí, possam ser desveladas as virtudes, as contradições e as inquietudes vivenciadas por eles1. Além disso, realizar o teste piloto é importante para a percepção dos problemas que possam surgir durante o desenvolvimento de uma pesquisa. OBJETIVO: avaliar a pertinência da técnica e instrumento de um estudo que buscam descrever a estrutura das representações sociais de adolescentes que usam as mídias virtuais face á sexualidade. METODOLOGIA: trata-se de um relato de experiência sobre o teste piloto dos instrumentos de uma pesquisa de doutorado. Em abril, participaram do primeiro teste 05 adolescentes do Colégio A e 05 adolescentes do Colégio B, ambos localizados no estado do Rio de Janeiro. Em junho, participaram do segundo teste, apenas 06 adolescentes do Colégio B. Foram testados um roteiro sociodemográfico semiestruturado e o termo indutor da Técnica de Associação Livre de Palavras (TALP) RESULTADOS: No primeiro momento, o roteiro sociodemográfico precisou de ajustes. A sugestão dos adolescente foi de ser totalmente estruturado e com uma linguagem coloquial que se aproximasse da realidade deles. O termo indutor do TALP foi definido no primeiro teste pelo pesquisador. Após ajustes do roteiro, foi realizado o segundo teste e avaliado com sucesso pelos adolescentes e pelos pesquisadores. CONCLUSÃO: o teste piloto indicou necessidade de alterações no questionário sociodemográfico, passando de semiestruturado para estruturado e numa versão online que possibilitou a inserção de imagens e flexibilidade para os adolescentes o responderem. O termo indutor do TALP, sexualidade na internet, ficou definido no primeiro teste. Os ajustes realizados permitiram a melhoria e viabilidade da metodologia


Referências:
1- Horta NC, Sena RR, Stengel M. Pesquisar com jovens: desafios e perspectivas na relação entre o pesquisador e o jovem. REME.2010:14(2);265-70