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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 1168


1168

BEM-ESTAR DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DE ENFERMAGEM

Autores:
Girlene Ribeiro da Costa (gigiribeirocosta@hotmail.com) (Universidade Federal do Piauí e Centro Universitário Uninovafapi) ; Márcia Teles de Oliveira Gouveia (Universidade Federal do Piauí - UFPI) ; Ivana Mayra da Silva Lira (Universidade Federal do Piauí - UFPI) ; Manalde Ferreira da Silva (Universidade Federal do Piauí - UFPI) ; Maria Lúcia do Carmo Cruz Robazzi (Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP/USP))

Resumo:
INTRODUÇÃO: Estudos sobre bem-estar permitem averiguar quais fatores estão sendo vistos pelos indivíduos como positivos ou negativos, e isto traz benefícios, pois conhecendo um determinado indivíduo/população é possível atuar nos aspectos que não estejam favorecendo seu bem-estar. OBJETIVO: avaliar o bem-estar dos estudantes universitários de Enfermagem. METODOLOGIA: estudo transversal, descritivo. Participação de 75 estudantes universitários de enfermagem de uma Universidade pública, realizado no período de novembro de 2015 a fevereiro de 2016, responderam os instrumentos: caracterização sócio demográfica; Escala de faces de Andrews e Índice de bem-estar da Organização Mundial da Saúde. Os dados foram processados e categorizados, analisados no programa software Statistical Package for the Social Science versão 21.0. O estudo foi aprovado recebendo o número de parecer 23111.009984/2014-46. RESULTADOS: 80% sexo feminino, 76% entre 18 a 21 anos, 62,7% consideravam-se pardos, 93,7% solteiros. Verificou-se pela aplicação da Escala de Faces de Andrews que o estado do bem-estar predominante nos estudantes, é regular (34,7%). Na avaliação do Índice de Bem-estar da Organização Mundial da Saúde 41,3% referiram ficar bem e descansados de vez em quando. Os resultados evidenciaram que os acadêmicos têm diferentes percepções sobre seu bem-estar e que existem fatores que o favorecem e o comprometem durante os anos de formação. CONCLUSÃO: Os fatores como estresse, cansaço físico, sobrecarga de atividades na vida acadêmica configuram o perfil de saúde e doença desta população. Tais condições podem afetar a saúde mental, determinando a prevalência dos fatores positivos e negativos, que promovem o Bem-estar. CONTRIBUIÇÕES PARA A ENFERMAGEM: é importante que a universidade esteja consciente de seu papel na formação do futuro enfermeiro e de como isso irá refletir na carreira profissional. A melhoria do bem-estar dos estudantes de enfermagem pode ter influência positiva no processo de humanização da assistência. Descritores: Qualidade de vida; Enfermagem; Estudantes de Enfermagem.


Referências:
ARAUJO, M.A.N. et al. Qualidade de vida de estudantes de enfermagem. Rev Rene., v.15 n. 6 p.990-998, 2014. MOURA, I.H. et al. Qualidade de vida de estudantes de graduação em enfermagem. Rev GaúchaEnferm. v.37 n. 2, p. 125-132, 2016. RATANASIRIPONG, P.; RATANASIRIPONG, N.; KATHALAE, D. Biofeedback Intervention for stress and anxiety among Nursing students: A randomized controlled trial. ISRN Nursing, Egito, 2012.