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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 1392


1392

NIVEIS DE ESTRESSE EM ESTUDANTES DE ENFERMAGEM

Autores:
Maria Angelica Melo E Oliveira (mangelicaufu@gmail.com) (Universidade Federal de Uberlândia) ; Maria Jose Rocha E Silva (Universidade Federal de Uberlândia) ; Patrícia Magnabosco (Universidade Federal de Uberlândia)

Resumo:
Introdução: Nos cenários de práticas clínicas os estudantes de enfermagem estão expostos a diferentes situações que podem provocar o estresse. Objetivo: Investigar os níveis de estresse em estudantes do último ano do Curso de Graduação em Enfermagem, e identificar fatores de risco associados. Método: Os dados foram coletados por meio do instrumento de Avaliação de Estresse em Estudantes de Enfermagem. Resultados: Foram incluídos 51 estudantes com idade média (±DP) de 25±6,21 anos. Gerenciamento do tempo e atividades teóricas foram considerados fatores de baixo nível de estresse na maioria dos casos (70,6% e 72,5%). Ambiente e realização de atividades práticas foram referidos como médio nível de estresse por 16 (31,4%) e 14 (27.5%) estudantes, respectivamente. Comunicação profissional foi apontada como fator de alto ou muito alto nível de estresse por 39,2% (n=10) dos casos, assim como formação profissional para 29 (56,9%) participantes. Os estudantes casados, do sexo masculino, sedentários, cursando o último período apresentaram maior nível de estresse (p< 0,05, Teste T Student). Conclusão: o desconforto diante as incertezas do futuro profissional e a dificuldade de comunicação com a equipe foram os fatores de maior estresse entre os estudantes, especialmente ao final de sua formação. Deve-se considerar que componentes externos também contribuem para o estresse desse grupo, necessitando de apoio e intervenções por parte da instituição de ensino.


Referências:
Referências: (1) MOREIRA, D.P.; FUREGATO, A.R.F. Estresse e depressão entre alunos do último período de dois cursos de enfermagem. Rev. Latino-Am. Enfermagem 21: 08. 2013; (2) BLUTIZ, S. et al. Estresse em estudantes de enfermagem: Uma revisão integrativa. Rev. Enferm. UFSM; 2(3): 530-538, 2012.