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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 1452


1452

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA.

Autores:
Mirian Gizele de Abreu Arruda (mirian_mica@hotmail.com) (Faculdades integradas de Vitória de Santo Antão) ; Magna Vanice dos Santos Silva (Faculdades integradas de Vitória de Santo Antão) ; Vanessa Karla Santos de Souza (Universidade Federal de Pernambuco - Centro Acadêmico da Vitória.)

Resumo:
Introdução: Os serviços de emergência oferecem atendimento a uma demanda de pessoas que apresentam distintos agravos e, como forma de agilizar o processo de atendimento. Objetivo: Buscar na literatura a importância do acolhimento com classificação de risco no setor de urgência/emergência, destacando o papel essencial do enfermeiro para a realização desse procedimento. Metodologia: Trata-se de uma revisão, onde se realizou busca de artigos nas bases de dados SciELO, LILACS e Medline. Resultados: A literatura destaca a importância da classificação de risco realizada pelo enfermeiro, que deve ser feita de forma humanizada, de acordo com as reais necessidades de quem busca o serviço e a assistência deve ser feita prioritariamente àqueles pacientes mais graves. Também é fundamental que o enfermeiro tenha perícia clínica para realizar a avaliação dos riscos que o paciente apresenta. Conclusão: Pode-se observar a importância do sistema de classificação de risco e o papel que o enfermeiro exerce na prestação da assistência nos agravos emergenciais e urgentes. Implicações para a enfermagem: O enfermeiro deve atentar aos critérios pré-estabelecidos, além de compreender sobre a temática, com o intuito de oferecer um acolhimento eficiente, uma vez que o mesmo é responsável pela aplicação do protocolo e classificação para conduzir os pacientes ao atendimento de acordo com a prioridade indicada.


Referências:
NASCIMENTO, et al. Acolhimento com classificação de risco: avaliação dos profissionais de enfermagem de um serviço de emergência. Revista Eletrônica de enfermagem, v.13, n.4, p.597-603, 2011. OLIVEIRA, et al. Avaliação e classificação de risco: tempo de espera dos usuários de baixa gravidade. Revista de enfermagem da UFMS, v.6, n.1, p.21-28, 2016. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portaria nº 2048/GM, de 5 de novembro dwe 2002. Aprova o regulamento técnico dos sistemas estaduais de urgência e emergência. Brasília, DF: Ministério da Saúde; 2002.