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Anais :: 69° CBEn • ISSN: 2318-6518
Resumo: 1502


1502

A IMPLANTAÇÃO DA CONSULTA DE ENFERMAGEM NO CENTRO DE PROMOÇÃO A SAÚDE UNIVERSITÁRIA RUBENS BRASIL

Autores:
Raimeyre Marques Torres (raimeyretorres@yahoo.com.br) (Centro de Promoção a Saúde Universitária Rubens Brasil/Universidade Federal da Bahia) ; Cléa Conceição Leal Borges (Centro de Promoção a Saúde Universitária Rubens Brasil/Universidade Federal da Bahia) ; Elaine Cristina da Luz dos Santos (Centro de Promoção a Saúde Universitária Rubens Brasil/Universidade Federal da Bahia) ; Iracema Alves Fraga (Centro de Promoção a Saúde Universitária Rubens Brasil/Universidade Federal da Bahia) ; Laize de Carvalho Nascimento (Centro de Promoção a Saúde Universitária Rubens Brasil/Universidade Federal da Bahia) ; Rafaela Magalhães Manot Sarrat Lôbo (Centro de Promoção a Saúde Universitária Rubens Brasil/Universidade Federal da Bahia)

Resumo:
Introdução: O enfermeiro como integrante da equipe de saúde no contexto da atenção básica tem atribuições específicas como realizar a Consulta de Enfermagem (CE), conforme protocolos estabelecidos nos Programas do Ministério da Saúde e disposições legais da profissão. A Resolução Cofen no 159/1993, revogada pela Resolução Cofen no 0544/2017, considera que a CE compõe-se de histórico de enfermagem, diagnóstico de enfermagem (DE), prescrição e implementação da assistência de enfermagem e evolução de enfermagem. Objetivo: Avaliar a implantação da consulta de enfermagem com ênfase nos DE. Método: Estudo descritivo do tipo relato de experiência realizado pelas enfermeiras do Centro de Promoção a Saúde Rubens Brasil da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Resultados: O impresso de CE foi dividido em cinco etapas: dados de identificação, anamnese, exame físico, diagnósticos de enfermagem da NANDA (2015/2017) e intervenções de enfermagem. Relatórios de indicadores de atendimentos nos dois primeiros meses da implementação da CE apresentaram uma visão panorâmica dos DE mais comuns entre os 583 alunos atendidos: Domínio 1: estilo de vida sedentária (00168) (198/34%); Domínio 2: nutrição desequilibrada: mais do que as necessidades corporais (00003) (60/10,3%) e sobrepeso (00233) (59/10,1%); Domínio 4: insônia (00095) (96/16,4%) e risco de função cardiovascular prejudicada (00239) (60/10,3%) e Domínio 9: ansiedade (00146) (163/28%). Conclusão: A implementação da CE, em particular dos DE, capacitou o enfermeiro na análise e interpretação de informações a cerca das condições de saúde da clientela, favorecendo a implementação de protocolos e outras intervenções interdisciplinares que possibilitaram influir na adoção de práticas favoráveis à saúde a comunidade discente universitária. Contribuições/implicações para a enfermagem: O enfermeiro ao implementar a CE tem a oportunidade de desenvolver a sua competência técnica, embasada em conhecimentos científicos, demonstrar interesse pelo ser humano, criando vínculo com o indivíduo, família e comunidade. Descritores: Consulta de enfermagem; Atenção básica; Diagnóstico de enfermagem.


Referências:
1. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia Prático do Programa de Saúde da Família. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. Disponível: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/partes/guia_psf1.pdf. Acesso: 28.06.2017 2. Resolução Cofen no 159/1993 - revogada pela Resolução Cofen no 0544/2017. Disponível: http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-1591993_4241.html. Acesso: 28.06.2017 3. NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2015-2017. Porto Alegre: Artmed, 2015.